Na produção de embalagens e sacolas de luxo, poucas coisas geram tanto retrabalho quanto o “efeito crack”, aquela rachadura indesejada na dobra do papel que rompe a tinta e estraga o design. Para resolver a equação entre peso, rigidez e flexibilidade, a indústria gráfica ganhou uma aliada: a nova gramatura de 190 g do Triplex C1S Bohui Rosefinch.
O poder da tecnologia SuperBulk (alto corpo)
O grande diferencial do Bohui Rosefinch está na sua engenharia de multicamadas. Classificado como um cartão SuperBulk, ele entrega a espessura e a rigidez de um papel mais pesado, mas com a leveza e a economia de um material de 190 g.
- Frente impecável: revestimento de alto brilho que absorve o impacto mecânico do vinco sem estourar a fibra do papel.
- Verso diferenciado: ao contrário dos Triplex comuns que possuem o verso áspero, ele traz um verso fosco liso, garantindo um acabamento sofisticado no interior de caixas e sacolas.
Aplicações ideais para os 190 g
Esta nova gramatura foi desenhada especificamente para preencher uma lacuna no mercado de packaging:
- Sacolas de grife: maleabilidade exata para dobras perfeitas, sem perder a estrutura firme que o mercado premium exige.
- Microembalagens e cosméticos: rigidez sob medida para que as abas de fechamento travem perfeitamente nas linhas automatizadas.
Alto desempenho e disponibilidade
Compatível com offset plana (tinta convencional), drytoner laser e flexografia, o Bohui Rosefinch responde bem tanto a grandes volumes quanto a tiragens curtas.
A Kgepel já conta com alta disponibilidade da linha nas folhas 66×96 cm e 77×113 cm, além de opções em bobinas. No mercado atual, a escolha do substrato certo é uma estratégia de valor.

